sábado, 21 de maio de 2016

Cada vez mais percebo a distância que tenho de antes. Amigos do naipe "pra sempre" se perdendo em caminhos tão corriqueiros que parece até que a vida trata com certo descrédito a "pasta" da amizade. São diferenças tão incrivelmente robustas que assustam quando são percebidas. "Como não percebia antes?" E os amores? Nossa! Esses sempre reforçados e forjados no calor do "você mudou minha vida", que cada dia mais pareço estar diferente do Dia quando comecei a amar. E não seria/estaria hoje uma Monique nova? Mas nova em que ponto? Temos a prática de repulsar, a primeira vista, o que é novo. Mas será que repulsamos a nós mesmos quando, por assim dizer, trocamos de pele?

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